
Nomeado por
Pedro Cabrita Reis
Desenho 2 (Cadeirão) [Drawing 2 (Armchair)], 2008
Papel, 140 x 60 x 40 cm, Colecção Fundação Carmona e Costa, Lisboa
Sem Título (Untitled), 1968
Madeira e pintura de esmalte, 173 x 112,5 x 18 cm, Colecção Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto
Mesa-Paisagem (Table-Landscape), 1973
Madeira, tecido e pintura sobre tecido e objectos, 94 x 110 cm, Colecção Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto
Objecto-Porta (Object-Door), 1975
Arco, porta de madeira com espelhos e cortina de algodão pintada, 193,5 x 93,5 x 50 cm, Colecção CAM – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Le déjeuner sur l’herbe 77, 1977
Slide da pintura Le déjeuner sur l’herbe de E. Manet e toalha com objectos, dimensões variáveis, Colecção da autora, Lisboa
Corredor (Corridor), 1982
Madeira, pano de algodão branco, tubo de alumínio e rede de nylon, 250 x 2500 x 350 cm (exterior), Colecção da autora, Lisboa
Pronomes (Pronouns), 2001
Onze fatos/corpos com som de diversas vozes a pronunciar, alternadamente, os pronomes pessoais, dimensões variáveis, vista da instalação
Sem Título (Vénus) [Untitled (Venus)], 2002
Madeira e fibra de vidro, dois elementos 49 x 46,5 x 23,5 cm cada, Colecção Isabel Soares, Lisboa
Casa Desabitada (Uninhabited House), 2004
Instalação de projecções vídeo e som em diversas divisões de uma casa desabitada, dimensões variáveis, vista da instalação
O desenho da menina a fugir do seu suporte (Drawing of the little girl going away from her support), 2014
Instalação vídeo multicanal, dimensões variáveis
Ana Vieira
(Coimbra 1940 - 2016)
Forma-se em Pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (ESBAL), depois de uma infância passada na ilha de São Miguel, Açores. Desde muito cedo afastou-se da pintura à procura de novas e mais completas formas de expressão, colocando-se muitas vezes num território intermédio entre desenho, escultura e instalação. Ao longo da sua carreira tem realizado objectos e construções cénicas de grande potência plástica e poética, elegendo a casa e a sua intimidade como tema central da sua obra. A partir de 1965 participou em diversas exposições colectivas e individuais, das quais se destacam Alternativa Zero - Tendências na Arte Portuguesa Contemporânea, organizada por Ernesto de Sousa em 1977, e a exposição antológica que a Fundação de Serralves lhe dedicou em 1998. Em 2010, apresentou no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, a exposição Muros de Abrigo/Shelter Walls, e em 2014 sempre em Lisboa, a exposição Inquietação. Em 1985, foi galardoada com o prémio conjunto da AICA - Associação Internacional de Críticos de Arte e da SEC - Secretaria de Estado da Cultura. Repetidas vezes, colaborou com companhias teatrais na construção dos figurinos e cenários das suas peças; de uma colaboração com os Artistas Unidos nasceu a videoinstalação Casa Deshabitada, apresentada em Lisboa e no Porto em 2004 e 2005, respectivamente. O seu trabalho está representado em diversas colecções, como as do Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação de Serralves e do Musée Cantonal des Beaux Arts de Lausanne, da Fundação EDP e da Fundação Carmona e Costa.
www.anavieira.com




