
Nomeado por
Carlos Barreira
A Burguesia, 1998, dimensões variáveis

A Outra Opção, 2006, 89 x 116 cm

Identificação de Formas, 2005, 770 x 100 cm

Mediterrâneo, 2016, 187 x 70 cm

Segredos que se confessam, 2011-17, 150 x 150 cm

Textura Abrupta III, 1996, 100 x 81 cm

Saber dizer II, 2008

Saber dizer I, 2008, 120 x 60 cm

Espantalho, Paris, 1960, 80 x 40 cm

Bibliófilo, 2008, 162 x 114 cm
Henrique Silva
(Castelões de Cepeda, Paredes, 1933) Vive e trabalha em Vila Nova de Cerveira.
Bolseiro da Fundação Gulbenkian em Paris, entre 1961 a 1963, licenciou-se pela Université de Paris VIII em Artes Plásticas para o Ensino em 1977.
Ocupa a função de director executivo da Cooperativa Árvore, entre 1978 a 1996; director geral e pedagógico da Escola Profissional de Economia Social em 1989/91 e 1998/2000.
Presidente do Projecto, Núcleo de Desenvolvimento Cultural/Bienal de Cerveira, desde 1995, director do Museu de Arte Contemporânea da Bienal de Cerveira, e membro do Conselho de Administração da Fundação Bienal de Arte de Cerveira. Desde da sua primeira edição a Bienal de Cerveira tem mantido a iniciativa de homenagear um artista de reconhecido mérito. Na 17ª Bienal de Cerveira coube a homenagem a Henrique Silva, enquanto artista e antigo diretor da Bienal de Cerveira de 1995 a 2007 (sete edições).
Expõe individualmente desde 1958.
Realizou mais de cinquenta exposições individuais em França, Espanha, Bélgica, Suíça, Brasil e Portugal; e participou em mais de duzentas exposições colectivas entre a Europa, América e Japão. Autor do livro “Diários – entre a angústia e a afirmação”, edição Atelier Gondar, Março 2012.




