
Nomeado por
Pedro Sousa Vieira
Sem
título 2010 Lápis de cor, guache, pastel de óleo, aguarela e grafite sobre
papel 156 x 255 cm
O Caso da Cabeça com Cobras 2015 Acrílico e óleo sobre tela 60 x 80 cm

H for Heads 2012 Acrílico e barra de óleo sobre tela 180 x 160 cm

O Caso do Silêncio 2015 Acrílico sobre tela 164 x 184 cm

Sem título 2016 Guache, lápis e aguarela sobre papel 175 x 152 cm

Sem título 2014 Aguarela, guache, lápis de pastel, lápis de cor e tinta-da-china
sobre papel 177 x 160 cm
Sem título (afterthought) 2011-2016 Acrílico, óleo e lápis de cor sobre tela 62,5 x 52 cm

Sem título 2010 Aguarela, guache, lápis de pastel, lápis de cor e tinta-da-china
sobre papel 153 x 177 cm
Sem título 2008 Acrílico, guache e lápis sobre papel 47,5 x 37,5 x 3 cm

Sem título 2008 Acrílico, guache, aguarela e carvão sobre papel 47,5 x 37,5 x 3 cm * Todas as imagens são cortesia da Galeria Bruno Múrias
Jorge Queiroz
JORGE QUEIROZ (1966) vive e trabalha em Lisboa.O universo pós-simbólico de Jorge Queiroz atravessa o desenho e a pinturanum diálogo diacrónico em que ambas as práticas artísticas se contaminam einfluenciam mutuamente.Os seus cenários autoficcionados não são habitados por qualquer
organização ou hierarquia, subvertendo a relação figura-fundo ou interior-exterior num imaginário íntimo e pessoal. É uma constante na sua obra a
ausência de uma linguística e de uma linearidade narrativa. Queiroz temvindo a desenvolver ao longo da sua prática um universo próprio,enigmático, extravagante e até mesmo um tanto alquímico.Frequentou o Ar.Co, o Royal College of Arts em Londres e ingressou em1997 na School of Visual Arts em Nova Iorque, tendo aí residido nos seisanos seguintes. Em 2004, estabeleceu-se em Berlim.Importa destacar a sua presença nas Bienais de Veneza em 2003 e São Pauloem 2004 (a convite dos comissários Francesco Bonami e Alfons Hug,respectivamente). Em 2006 participou na 4a Bienal de Arte Contemporâneade Berlim (Alemanha) e em 2016 na Bienal de Rennes (França).Expôs em instituições como o Centre Georges Pompidou (Paris, França), oMUDAM (Musée d’Art Moderne-Duc Jean, Luxemburgo), o Museu de ArteContemporânea de Serralves (Porto), Palais de Tokyo (Paris, França),Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), o FRAC Île-de-France Le Plateau(Paris, França), o Museu Walhof (Bielefeld, Alemanha), a Fundação Carmonae Costa (Lisboa), o Museum Boijmans Van Beuningen (Roterdão, PaísesBaixos), o FRAC Haute-Normandie (Sotteville-lès-Rouen, França), o PavilhãoBranco do Museu de Lisboa e a Galeria Zé dos Bois (Lisboa).Queiroz tem uma vasta presença em coleções particulares e institucionais,tais como o MoMA (Museu de Arte Moderna, Nova Iorque, EUA), CentreGeorges Pompidou (Paris, França), a Coleção MAAT/EDP (Museu de Arte,Arquitetura e Tecnologia, Lisboa), o SFMOMA (Museu de Arte Moderna deSão Francisco, São Francisco, EUA), a Fundação de Serralves (Porto), aFundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), o FNAC (Fonds National d’ArtCotemporain, Paris, França), a FLAD (Fundação Luso-Americana para oDesenvolvimento), a Coleção Caixa-Geral de Depósitos, o Deutsche Bank(Alemanha), a Fundação PLMJ (Lisboa), a Fundação Carmona e Costa(Lisboa), o Carré d’Art Musée d’Art Contemporain, (Nîmes, França), aCaixaFórum (Madrid, Espanha), o Banco Privado Português (Portugal), aPortugal Telecom, La Banque Postale (Paris, França), a Fundação Ilídio Pinho(Porto), o FRAC Haute-Normandie (Sotteville-lès-Rouen, França), a FundaciónHelga de Alvear (Espanha), a Coleção Oberrauch-Zitt (Bolzano, Itália), aColeção José Luis Soler Vila (Valencia, Espanha), a Coleção Daniel etFlorence Guerlain (França), entre outras.




