
Nomeado por
Luciana Fina
Fotograma do filme "48", 2009
Realização Susana de Sousa Dias
Fotograma do filme "48", 2009
Realização de Susana Sousa Dias
Fotograma do filme "48", 2009
Realização por Susana de Sousa Dias
Fotograma do filme "48", 2009
Realização por Susana de Sousa Dias
Fotograma do filme "48", 2009
Realização por Susana de Sousa Dias
Fotograma do filme "48", 2009
Realização por Susana de Sousa Dias
Fotograma do filme "48", 2009
Realização por Susana de Sousa Dias
Fotograma do filme "48", 2009
Realização por Susana de Sousa Dias
Fotograma do filme "Natureza Morta", 2005
Realização por Susana de Sousa Dias
Fotograma do filme "48", 2009
Realização por Susana de Sousa Dias
Fotograma do filme "48", 2009
Realização por Susana de Sousa Dias
Fotograma do filme "48", 2009
Realização por Susana de Sousa Dias
Susana de Sousa Dias
(Lisboa, 1962) Vive e trabalha em Lisboa
Susana de Sousa Dias, tirou a licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e o Mestrado em Estética e Filosofia na Arte na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Frequentou a Escola de Música do Conservatório Nacional. É doutorada em Estética, Ciências e Tecnologias da Arte, na Universidade de Paris e Lisboa, com uma tese no âmbito das relações entre o cinema e a arte contemporânea, com particular incidência sobre o tema do arquivo.
É realizadora de cinema e docente na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Tem sido convidada para colaborar com várias instituições de ensino superior e em conferências, festivais nacionais e internacionais de cinema. É também membro da direção da Apordoc e fundadora da produtora Kintop.
Destacam-se alguns trabalhos: Visages d’une dictature (2005) exibido em festivais e mostras nos cinco continentes, 48 (93’, 2009) um documentário que retrata o período histórico do Estado Novo através dos testemunhos de pessoas entrevistadas, sobrepostos a fotografias a preto e branco tiradas à época pela PIDE dos que foram detidos. O seu trabalho mais recente é uma instalação intitulada Stilleben, no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa no âmbito do Festival Temps d’Images (2010) e Luz Obscura, um documentário de longa-metragem em fase de montagem.
É vencedora de vários prémios e distinções: Prémio Atalanta Filmes no DocLisboa (2005), Prémio de Mérito Taiwan International Documentary Festival (2006), Menção Honrosa no Slow Film Festival, na Hungria (2007), Grande Prémio do Cinéma du Réel (2010), Award Jihlava IDFF (2010), FIPRESCI Award, em DokLeipzig (2010), Prémio D. Quijote da Federação Internacional de Cineclubes (2010), Grande Prémio Cidade de Coimbra nos Caminhos do Cinema Português (2010), Menção Especial do Júri, Festival Punto de Vista, (2011).
Em 2012 foi artista convidada do Flaherty Seminar (Nova Iorque). No mesmo ano foi convidada a dirigir o Festival Internacional de Cinema Doclisboa. Formou um colectivo que dirigiu o festival por duas edições consecutivas (2012 e 2013) abrindo novas categorias como Cinema de Urgência e Passagens (documentário e arte contemporânea). Em 2016, no rescaldo da eleição de Donald Trump, e devido ao trabalho de longo curso que tem desenvolvido sobre a ditadura, foi convidada a integrar o painel Film & Media in A Time of Repression: Practices & Aesthetics of Resistance (Film Society of Lincoln Center, Nova Iorque, EUA). Em 2018 foi visiting artist na Universidade da Califórnia, Santa Cruz. Nos últimos anos tem colaborado com o colectivo Suspended Spaces.
Susana de Sousa Dias é filha do cineasta e escritor António de Macedo (Lisboa, 1931 -), um dos mais proeminentes realizadores do Novo Cinema português e irmã de António de Sousa Dias (Lisboa, 1959 -) compositor e doutorado em musicologia.




